terça-feira, 19 de novembro de 2013
33º NATAL DAS COMUNIDADES
33º NATAL DAS COMUNIDADES
CONVITE
CONVITE
No dia 22 de dezembro próximo, muita gente das CEBs, dispersos nas
dioceses de Caruaru, Garanhuns e Pesqueira estarão reunidos no Santuário
das Comunidades, Sítio Juriti, Caruaru, para celebrar o 33° Natal das
Comunidades, com o tema: Justiça e Profecia a serviço da Vida. É muito
chão andado, muita história escrita, por tantos que por aí passaram,
vários deles já na memória.
Muitas
razões temos para celebrar com especial alegria este Natal. A Igreja
ganhou o primeiro papa latino-americano. Não tanto por ser de nossa
América, bem mais pelo que é de humano, simples e próximo dos pobres.
Vivenciamos no Brasil a Jornada Mundial da Juventude que trouxe para cá o
papa Francisco. Celebrou-se o ano da Fé. Estamos preparando o 13°
Intereclesial das CEBs que vai reunir milhares de romeiros e romeiras do
Brasil e de outros países em janeiro próximo, no Juazeiro de Pe.
Cícero. O povo das CEBs respira já todo esse clima de fé e de alegria ao
celebrar pela 33ª vez o Natal de Jesus na sombra dos juazeiros do Sítio
Juriti/Caruaru, no dia 22 de dezembro.
Venha você também comungar
desse clima e se encher da esperança que pulsará no coração de tantos
irmãos e irmãs de fé. A Abertura do Natal das Comunidades será às 09:00.
Na parte da manhã haverá partilha de apresentações culturais e ações
sociais; na parte da tarde haverá a celebração da eucaristia e o envio
de volta para as Comunidades, que será às 16:00 horas.
A Diretoria do Santuário das Comunidades agradece sua atenção e se alegrará com sua presença.
Caruaru, 15 de novembro de 2013,
__________________________
Hermínia Boudens
Diretoria
Agroindústria do imbuzeiro pode oferecer maior renda para as comunidades do Semiárido
Agroindústria do imbuzeiro pode oferecer maior renda para as comunidades do Semiárido
O técnico Nilton de Brito Cavalcanti, da Embrapa Semiárido, há mais de
duas décadas realiza pesquisas com imbu, como prefere chamar a espécie
nativa da caatinga. Neste tempo, reuniu um grande acervo de informações
fruto de acompanhamento detalhado, ano a ano, do crescimento e produção das plantas. Afora esses dados, agregou outros recolhidos em estudos de cadeia produtiva e do potencial agroindustrial.
Com base nessa experiência, Nilton faz uma conta interessante e que usa
costumeiramente nas palestras e cursos feitos para agricultores,
agricultoras, profissionais de assistência técnica e extensão rural e
secretários de Agricultura.
Segundo ele, uma planta de
imbuzeiro adulta pode produzir cerca de 300 kg de frutos/ano. Se, como
acontece com o extrativismo, são comercializados in natura ao valor de
R$ 0,25/kg gera uma renda de R$ 75,00/planta/ano. Contudo, ao
transformar em geléia, consegue processar quantidade equivalente a 720
potes de 125 g, que vendido a R$ 2,50 cada pote, a renda cresce para R$
1.800,00.
Se a opção for fazer doce, é possível obter 210 kg
polpa, ou 630 potes de 250 g de doce, que, vendidos a R$ 2,50/pote, gera
R$ 1.575,00. Mas essa mesma quantidade de polpa resulta em 2.100
pacotes de 100 g/cada que pode ser vendida a R 1,05 e receber R$
2.205,00. Estas são decisões que os produtores em associações podem
tomar e obter maiores lucros.
Nilton chegou a esses dados após
um estudo de cadeia produtiva do imbuzeiro onde acompanhou a valorização
que o fruto vai recebendo do momento em que é colhido e vendido nas
margens de estrada até os vários circuitos de comercialização
(atravessadores, supermercados, ambulantes) e as formas de processamento
porque passam em lanchonetes, delicatessens, restaurantes e hotéis.
Por isso defende que a agroindústria do imbuzeiro é uma das principais
iniciativas de convivência com o semiárido. A possibilidade de
instalação de pequenas estruturas de processamento em nível de
comunidades e vinculadas a políticas públicas de âmbitos municipal,
estadual ou federal, pode garantir fonte importante de renda e trabalho
para os agricultores e suas famílias, durante todo ano.
Para
ele, um exemplo bem sucedido é a experiência de mais de 20 do ProCUC nos
municípios baianos de Uauá, Curaçá e Canudos. A organização dos
agricultores nas comunidades, a qualidade e a competência gerencial
fizeram dos seus doces, geleias, polpas, produtos de exportação para
diversos mercados no Brasil e na União Europeia.
Segundo
Nilton, os frutos podem ser transformados em polpa e armazenados por
mais de um ano. Deste modo, os agricultores dispõem de matéria prima
para movimentar a pequena fábrica após o período da safra que acontece
nos meses de chuva. Assim, “dispõem de fonte de renda mesmo na seca”,
afirma.
A qualidade sanitária dos produtos pode ser obtida com
recursos simples e baratos. No caso dos frutos é preciso usar
concentrações de cloro que variam entre 10 a 70 ppm, com tempo de
imersão de 15 a 30 minutos. “Frutos colhidos, ao invés de catadas no
chão, onde as incrustrações em sua superfície são poucas, devem receber
baixas concentrações com um tempo reduzido. Para frutos colhidos no
chão, devem ser utilizadas as maiores concentrações de cloro, por maior
tempo”, explica.
Outro fator importante no processamento de
doce com polpa armazenada em temperatura ambiente é o controle do pH, o
qual deve está sempre entre 2,5 a 3,5, cujo valor inibi o
desenvolvimento de microorganismos patogênicos, entre estes, a bactéria
que provoca o botulismo.
Segundo Nilton, incentivar a
agroindústria do imbuzeiro tem consequências importantes na conservação
do Bioma Caatinga, que tem sido afetado por desmatamento indiscriminados
e a reduzida incidência de plantas novas na vegetação nativa. “A
percepção dos benefícios da preservação do umbuzeiro para as comunidades
pode vir a estimular iniciativas como preparação de mudas enxertadas ou
não com o objetivo de revegetar esse ambiente”, afirma Nilton de Brito.
Colaboração de Marcelino Lourenço Ribeiro Neto, da Embrapa Semiárido, para o EcoDebate, 18/11/2013
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Investimentos para produção de mel fomentam o mercado no Tocantins
Investimentos para produção de mel fomentam o mercado no Tocantins
Casas de Mel contribuem para aumentar a produção apícola no estado
Os investimentos do governo do Estado na apicultura vêm fomentando o
crescimento da produção tocantinense. Ao ano, o estado produz cerca de
200 toneladas de mel. São mais de 1.400 produtores envolvidos neste
processo, divididos em 52 Associações e duas Cooperativas Apícolas. O município de Nova Olinda, na região norte, é o maior produtor.
Segundo dados da Federação Tocantinense de Apicultura (Fetoapi), a meta
é triplicar a produção no estado. E as perspectivas são boas. Neste
ano, foram inauguradas oito casas de mel nos municípios de Brejinho de
Nazaré, Aliança, Crixás, Jaú do Tocantins, Araguaçu, Formoso do
Araguaia, Wanderlândia e Nova Olinda; além de dois entrepostos nos
municípios Figueirópolis e Colinas. E o governo ainda está investindo
mais de R$ 300 mil em ações de capacitação para apicultores
tocantinenses.
De acordo com a União Nordestina de Apicultura e
Meliponicultura (Unamel), o Brasil é o nono maior produtor de mel,
ficando atrás de países como China, Estados Unidos e Argentina. A
produção brasileira alcançou 41,5 mil toneladas em 2010. Atualmente, o
Brasil é o quinto maior exportador do produto, com 16,7 mil toneladas
vendidas ao exterior.
Nos últimos dez anos, as regiões Norte e
Nordeste, consideradas as novas fronteiras apícolas do Brasil, foram as
que mais cresceram em produção de mel.
Seminário
Técnicos do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins)
participam, a partir desta quinta-feira, 7, do 1° Seminário de
Apicultura do Cerrado, em Goiania (GO).
De acordo com Odílio
Menezes, responsável pelo departamento de Apicultura do Ruraltins, o
evento traz uma ampla programação destinada especificamente aos
apicultores e técnicos que trabalham no setor. “O seminário é uma grande
oportunidade para conhecer as inovações e ainda trocar experiência com
especialistas da área”, afirma Menezes.
Reunião no Carrapicho em 14 de novembro de 2013
Comunidade do Carrapicho se reuniu nesta
quinta-feira 14 de novembro de 2013 para debater assuntos de seu
interesse, na ocasião estiveram presente Val subprefeito de Poço fundo,
Irmã Tereza da Pastoral Rural, Silvio Técnico do IPA, Israel Moura
Presidente da Associação da Magana, Lenildo Araújo Secretário Executivo
de Agricultura, Junior Agente de saúde daquela comunidade.
Sessenta e nove pessoas estiveram presente e discutiram assuntos relacionados a zona
rural como limpeza de barragens, falta d'água e programas assistenciais
do governo, apesar de alguns minutos sem energia elétrica a reunião
aconteceu a contento e atendeu a expectativa da comunidade. Parabéns a
diretoria que mobilizou os associados para este evento de grande
importância.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Produtores da Usina de Beneficiamento do Leite são contemplados com novo equipamento
Melhorias na Usina de Beneficiamento do Leite dos
Produtores Rurais de Santa Cruz do Capibaribe, também fizeram parte do pacote
de ações do Secretário de Agricultura Ranilson Ramos firmados em sua visita à
localidade, acompanhado pelo Prefeito Edson Vieira (PSDB), no dia 11 de janeiro.
Na ocasião, o
Secretário se comprometeu a adquirir um tanque de resfriamento e armazenamento
do leite, que aumentava a sua capacidade em 2000 litros.
Antes do carnaval, o tanque já estava sendo usado pelos
produtores que principalmente, em épocas de feriado, não tinham como armazenar
e conservar sua produção.
“O tanque equipado com alta tecnologia e de fácil
manuseamento, nos permitiu abranger mais produtores e evitar o desperdício de
leite”, disse o Gerente da Usina Jacó Araújo.
“Promover melhorias e
incentivos às cooperativas de produtores rurais do município, também integra as
prioridades das ações da nossa gestão”, frisou o Prefeito Edson Vieira, “Nos
preocupamos com a qualidade do leite que chega a casa do santacruzense”,
finalizou.
Santa Cruz do Capibaribe recebe benefícios da Operação Seca
Os frutos da visita do Secretário de Agricultura Ranilson
Ramos, no início do governo de Edson Vieira (PSDB), já puderam ser colhidos por
mais de 150 famílias da Zona Rural do município santacruzense, que estão sendo
castigadas pela estiagem que assola o semi árido do estado de Pernambuco.
Através do programa de ações de convivência com o semi
árido dos Governos Federal e Estadual, denominado Operação Seca, obras e ações
emergenciais chegaram em tempos de extrema necessidade e auxiliaram no combate
à seca.
Para o agricultor Lourival Gustavo de 61 anos, morador do
Sítio Carrapicho Velho com sua esposa e nove filhos, contemplado com um poço da
Operação Seca, “O sofrimento acabou! Agora não terei que andar mais de 1 Km em
busca de água para socorrer meu rebanho e minha família”. Em apenas quatro
meses de seca, o agricultor perdeu 13 das 28 cabeças de gado do seu
rebanho.
Além da família de seu Lourival, o poço beneficiará mais
de 60 pessoas que moram próximo à localidade que somadas aos nove poços que
foram perfurados (Sítios Cachoeira de Cirilo, Cacimba de Baixo, Cachoeira do
Escondido,Travessão, Poço da Lama, Pára de Cima, Poço Fundo e Barra da Cruz),
totalizam mais de 150 famílias que terão água para consumo e para cuidar dos
rebanho e das lavouras.
De acordo Diretor de
Agricultura Lenildo Araújo, só o poço da Barra da Cruz, resultou numa vazão de
24 metros cúbicos por hora, número impressionante uma vez que, “daria para
abastecer diariamente uma população equivalente aos moradores do Distrito de
Poço Fundo” relatou o Diretor.
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